• Guilherme Todeschini

Derrubando o pessimismo.

Nos últimos dias os especialistas (incrivelmente pessimistas) destacaram, nos maiores meios de comunicação e mídia do Brasil, que houve “sensível melhora” no PIB (Produto Interno Bruto) mas que não se pode comemorar o aumento (de 0,4% no trimestre) porque houve queda na taxa de exportação, queda nos agronegócios e o desemprego ainda atinge milhões de pessoas.


Se o cenário é tão ruim, a quem se credita a retomada do PIB?


Os grandes arrebatadores e responsáveis por esse resultado foram a construção civil, que teve a melhor marca dos últimos cinco anos, a indústria e o seguimento imobiliário.


Como houve crescimento se a previsão dos especialistas era de “recessão técnica” (-0,2%)?


Esses setores em alta funcionam em sintonia perfeita com a queda da taxa de juros (que tem patamar histórico), pois corroboram para um cenário favorável no quesito investimento imobiliário. Hoje são boas as condições de aquisição de imóveis com o intuito de venda posterior ou locação.


Quais os principais fatores que resultam nesse crescimento?


O Brasil criou, só nos primeiros seis meses do ano, 408 mil empregos, o que transforma o atual momento como a melhor retomada dos últimos cinco anos, com isso as famílias têm se tornado mais capitalizadas, comprando mais e aquecendo mais ainda a economia nacional.


Nos primeiros 6 meses do ano foram arrecadados 757,6 bilhões de reais pelo governo uma alta de 1,8% em relação ao mesmo período em 2018, atingindo também o melhor quadro dos últimos cinco anos. Tivemos o mês de julho que mais arrecadou desde 2011; foram 137 bilhões de reais.


Qual tem sido a fórmula utilizada pelo governo?


-> Ajuste fiscal.

-> Combate à corrupção.

-> Crescimento da receita.

-> Obras de infraestrutura.

-> Reformas.



Com a crise mundial a tendência não é de encolhimento do PIB?


Não, o governo brasileiro está tirando de letra essa crise. É possível fazer essa afirmação através da recente publicação do ranking dos quarenta países com o maior percentual de crescimento do PIB nos últimos três meses (Austin Rating, 28/07/2019). Nesse ranking o Brasil emplaca a terceira colocação, com 0,4% de crescimento, atrás apenas dos EUA com 0,5% e da Indonésia com 1,0%.


Além da nossa força econômica frente à crise global, ainda aguardamos com otimismo a aprovação da reforma da previdência, a qual vai aquecer ainda mais a economia do país.


Portanto sim, povo brasileiro, o nosso país cresce, o nosso PIB cresce e a tendência é de crescer mais, apesar da crise mundial e da tentativa diária da extrema imprensa, que perdeu sua antiga "fonte infinita" de dinheiro público, de emplacar manchetes pessimistas.




Fontes:


http://www.austinratings.net.br/Ratings-Fundos-de-Investimento.html

http://www.acessoainformacao.gov.br/

https://portal.fgv.br/noticias/igp-m-varia-067-agosto-2019

https://receita.economia.gov.br/dados/receitadata/arrecadacao

https://economia.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/indice-de-acoes-2/img111.jpg



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